quinta-feira, 31 de maio de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
Dia das mães no México
Café da manhã para as mães, organizado pelo condomínio Campestre del Valle.
Estava muito gostoso e no final a surpresa dos Mariachis, conheci algumas vizinhas muito simpáticas e prestativas.
Primeiros dias da Escola do Henrique
Primeiros dias de aula do Henrique ele voltou muito feliz com os amigos que fez, gostou das aulas de inglês, música, educação física, informática, e detalhe os computadores são com telas touchscreen, ele adorou! Trouxe tema para casa no qual fez com facilidade, ele está lendo tudo!!! a dificuldade que está tendo é em saber o que as palavras significam em espanhol, mas está aprendendo muito rápido. Aprendeu uma musiquinha em inglês que cantava no seu embromeichon... e a Vivi escutou e tbém saiu cantando..
O segundo dia foi o dia do uniforme diário que tem o sapato, ele estranhou um pouco, vamos ver quando chegar o que vai dizer. Estamos mais tranquilos pois a nossa maior preocupação era em ele gostar de estudar aqui. Ele gosta de tarefas que lhe proponha desafios. Para levar e buscar na escola vamos de táxi, ele espera se não está bem no horário.
Seu horário é das 8h às 15h, ontem cheguei 15 minutos antes e tive que esperar até o horário certinho.
Eu estava preocupada com o que ele iria comer da comida mexicana que ofereciam e mandei um lanchinho prá ele, e qdo fui buscar a Orientadora da escola que está acompanhando ele me disse para não mandar mais lanches para que ele comesse a comida da escola.
Não pensei que eu iria ficar tão angustiada e anciosa com esse início do Henrique, acho que por eu ser professora, eu estava sempre perto e conhecia a competência das colegas que seriam suas professoras. Aqui tenho que confiar na palavra delas e nas informações que obtive.
Estou entendendo um pouco mais as preocupações das mães dos meus alunos. Vamos ver mais prá frente como as coisas acontecem.
domingo, 13 de maio de 2012
Música Romantica - (Um Anjo Veio Me Falar) - Rouge
Para o Marco com todo o meu amor... nossa história nao tem fim... vou sempre estar contigo!!!
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Ensino no México X Brasil
Gostaria de registrar as dificuldades e diferenças que estou tendo e vendo no ensino.
Eu, sendo professora, alfabetizadora, sempre me encantei e me encanto com a mágica que acontece quando uma criança começa a ler e escrever, seus olhos se abrem para o mundo.
No Brasil, quando uma criança ingressa na escola, caímos numa burocracia de regras que, para o ensino não tem tanta relevância assim, ao meu ver. Nas escolas públicas municipais, por exemplo, a idade, colocam uma data limite e a criança que passar dessa data tem que ingressar num ano anterior ao que suas capacidades permitem. A prioridade para o governo é que as crianças não fiquem fora da escola, e para isso lhes dão uniformes, café, almoço e material escolar. As professoras destinam muito tempo "cuidando" das crianças, e pouco de ensino efetivo, além do horário do turno que tem a duração de 4 horas e os pais podem escolher o turno que querem que os filhos estudem.
Aqui no México, é visto a idade também, mas antes de tudo é feito uma avaliação psicopedagógica com a criança que deseja ingressar na escola, e ver o nível de aprendizagem da mesma. Conforme essa avaliação, lhes é indicado um acompanhamento, ou o que seja necessário para acompanhar o programa e os métodos da escola.
Essa sondagem é feita no final do ano letivo para alunos novos que desejam ingressar na escola no ano seguinte.
Tenho visitado escolas particulares e todas são bilíngues e a nível de conversação, desde a idade de 3 anos, quando entram na série que chamam de Kinder. A proximidade com os Estados Unidos lhes impulsiona a estudar uma segunda língua, outras investem também em francês e italiano.
Aqui o ano letivo inicia no final de agosto, porque de junho a agosto é o verão e as famílias viajam para as praias, e as férias do meio do ano letivo são nas festas de Natal e Ano Novo.
A organização e a segurança são impressionantes, para deixar o filho na escola, tem um portão de entrada, onde o responsável deixa a criança com sua professora, de preferência de carro, e sai pelo outro portão. No final da aula é feito o mesmo processo, com a diferença que só pode pegar a criança quem tiver uma identificação de permissão e a professora lhe entrega o aluno.
O turno de estudo, desde kinder até o fundamental, é pela manhã, das 7:30h às 14:30h, com opções de atividades extras depois do horário, para pais que trabalham, ou optam para que façam algum esporte, dança, etc.
O investimento nas crianças e para que tenham uma boa base de estudos é prioridade nas famílias daqui, e a escolha da escola é feita pela tradição, conquistas e pelo que vi não há reprovação, se o aluno não está conseguindo aprender, é oferecido várias opções para que ele possa acompanhar e aprenda, e não somente avance, como querem no Brasil, mas que a criança tenha aprendido até que se esgote as possibilidades.
Tem muitas escolas menores que trabalham só com as dificuldades e também na escola regular, é oferecido professor particular para ajudar nos estudos, quando há necessidade, com custo adicional, é claro.
Enfim, pude observar até agora que a exigência do ensino tem um suporte muito bom para os alunos e os pais, por outro lado, lhes acompanham em tudo, inclusive com atividades em casa. A maioria das escolas dão tarefas para casa quase todos os dias da semana, deixando livre somente os finais de semana.
O povo mexicano é muito educado, respeitoso e acolhedor. Em seus costumes é bastante tradicional e se orgulha disso também, têm muitos monumentos que contam e registram sua história e crescimento. É bem competitivo, trabalhador e por isso quer o melhor para seus filhos, pensando sempre no futuro deles e do país.
Estamos perto das eleições aqui, e a preocupação com a segurança, tem sido o carro-chefe dos candidatos, e como aqui já tem a pena de morte, agora eles querem a prisão perpétua para os sequestradores. São rígidos nesse aspecto e assim tentam manter a segurança e organização do país. Tem muitos índios e na sua maioria, pobres, mas nem por isso, menos trabalhadores, são esforçados e lutam pelo que querem.
O governo não fica lhes tratando como "coitadinhos" e ficam lhes dando tudo de mão beijada, como no Brasil, é só ter bastante filhos para ganhar mais ajudas com as bolsas-família, vale-gás, etc.
É preciso ensinar nossos filhos pelo exemplo e a resposta está na base da família, a escola tem sua função bem definida.
Eu, sendo professora, alfabetizadora, sempre me encantei e me encanto com a mágica que acontece quando uma criança começa a ler e escrever, seus olhos se abrem para o mundo.
No Brasil, quando uma criança ingressa na escola, caímos numa burocracia de regras que, para o ensino não tem tanta relevância assim, ao meu ver. Nas escolas públicas municipais, por exemplo, a idade, colocam uma data limite e a criança que passar dessa data tem que ingressar num ano anterior ao que suas capacidades permitem. A prioridade para o governo é que as crianças não fiquem fora da escola, e para isso lhes dão uniformes, café, almoço e material escolar. As professoras destinam muito tempo "cuidando" das crianças, e pouco de ensino efetivo, além do horário do turno que tem a duração de 4 horas e os pais podem escolher o turno que querem que os filhos estudem.
Aqui no México, é visto a idade também, mas antes de tudo é feito uma avaliação psicopedagógica com a criança que deseja ingressar na escola, e ver o nível de aprendizagem da mesma. Conforme essa avaliação, lhes é indicado um acompanhamento, ou o que seja necessário para acompanhar o programa e os métodos da escola.
Essa sondagem é feita no final do ano letivo para alunos novos que desejam ingressar na escola no ano seguinte.
Tenho visitado escolas particulares e todas são bilíngues e a nível de conversação, desde a idade de 3 anos, quando entram na série que chamam de Kinder. A proximidade com os Estados Unidos lhes impulsiona a estudar uma segunda língua, outras investem também em francês e italiano.
Aqui o ano letivo inicia no final de agosto, porque de junho a agosto é o verão e as famílias viajam para as praias, e as férias do meio do ano letivo são nas festas de Natal e Ano Novo.
A organização e a segurança são impressionantes, para deixar o filho na escola, tem um portão de entrada, onde o responsável deixa a criança com sua professora, de preferência de carro, e sai pelo outro portão. No final da aula é feito o mesmo processo, com a diferença que só pode pegar a criança quem tiver uma identificação de permissão e a professora lhe entrega o aluno.
O turno de estudo, desde kinder até o fundamental, é pela manhã, das 7:30h às 14:30h, com opções de atividades extras depois do horário, para pais que trabalham, ou optam para que façam algum esporte, dança, etc.
O investimento nas crianças e para que tenham uma boa base de estudos é prioridade nas famílias daqui, e a escolha da escola é feita pela tradição, conquistas e pelo que vi não há reprovação, se o aluno não está conseguindo aprender, é oferecido várias opções para que ele possa acompanhar e aprenda, e não somente avance, como querem no Brasil, mas que a criança tenha aprendido até que se esgote as possibilidades.
Tem muitas escolas menores que trabalham só com as dificuldades e também na escola regular, é oferecido professor particular para ajudar nos estudos, quando há necessidade, com custo adicional, é claro.
Enfim, pude observar até agora que a exigência do ensino tem um suporte muito bom para os alunos e os pais, por outro lado, lhes acompanham em tudo, inclusive com atividades em casa. A maioria das escolas dão tarefas para casa quase todos os dias da semana, deixando livre somente os finais de semana.
O povo mexicano é muito educado, respeitoso e acolhedor. Em seus costumes é bastante tradicional e se orgulha disso também, têm muitos monumentos que contam e registram sua história e crescimento. É bem competitivo, trabalhador e por isso quer o melhor para seus filhos, pensando sempre no futuro deles e do país.
Estamos perto das eleições aqui, e a preocupação com a segurança, tem sido o carro-chefe dos candidatos, e como aqui já tem a pena de morte, agora eles querem a prisão perpétua para os sequestradores. São rígidos nesse aspecto e assim tentam manter a segurança e organização do país. Tem muitos índios e na sua maioria, pobres, mas nem por isso, menos trabalhadores, são esforçados e lutam pelo que querem.
O governo não fica lhes tratando como "coitadinhos" e ficam lhes dando tudo de mão beijada, como no Brasil, é só ter bastante filhos para ganhar mais ajudas com as bolsas-família, vale-gás, etc.
É preciso ensinar nossos filhos pelo exemplo e a resposta está na base da família, a escola tem sua função bem definida.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
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