sexta-feira, 1 de junho de 2012

Aventuras nesses dois meses

Completamos dois meses que estamos aqui, as coisas estão se encaixando e estamos nos ambientando na vida mexicana.
Henrique bem adaptado na escola, na primeira semana nos chamaram para conversar com a médica da escola, pois o Hique não queria comer nada. Explicamos a ela nossos costumes o que ele gostava de comer e nos comprometemos de que ele iria tomar café da manhã e ele iria provar o que ele gostasse, e assim aos poucos irá comer da comida mexicana que às vezes tem coisas que costumamos comer, mas é apresentada de uma forma diferente.
Agora ele já come sempre algo do lanche e está experimentando o que tem para o almoço deles.
A escola é muito organizada e cada dia tem um tipo de uniforme que devem usar e na sexta é livre, pode ir com a roupa que queiram e também podem levar dinheiro para comprar doces depois que comem no refeitório. O Henrique tá achando o máximo poder escolher o que comprar com o seu próprio dinheiro.
Na segunda semana de aula o Henrique teve dor de garganta, teve febre num dia quando chegou da escola e no outro dia fomos comprar remédios numa farmácia perto do Lecto (onde ele faz aulas de reforço e espanhol) e descobrimos que aqui tem médicos para consultar de graça e aí compramos o tratamento indicado.
Ele estava com a garganta bem feia, e não quer comer, agora com o tratamento está melhorando aos poucos.
Fiquei pensando como faríamos até conhecermos um médico daqui, ligar para o nosso do Brasil não resolveria, pois necessitamos da receita para comprar antibióticos, mas enfim tudo deu certo e bem prático.
Outro dia o Hique trouxe tema de matemática no livro deles. Tinha atividades com dinheiro e cálculos mentais com números muito grandes, então falei com as professoras do Lecto e resolvemos que como a leitura e o espanhol estão indo muito bem, vamos incluir a matemática para que não fique com tanta diferença, eles estão bem avançados e exigem bastante para primeiro ano, bem diferente do Brasil, eu achava que ensinava bastante coisas para meus alunos, mais até que algumas colegas, mas aqui estamos é bem atrasados. Quando voltarmos para o Brasil acho que o Henrique já terá aprendido tanto que irá direto para o segundo grau... hehehe.


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